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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Santa Isabel da Hungria

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Antífona da entrada: Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo, tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos, foi  a mim que o fizestes. (Mt 25,34.36.40)
Isabel da Hungria era princesa, foi rainha e se fez santa. Era a filha do rei André II, da Hungria, e da rainha Gertrudes, de Merano, atual território da Itália. Nasceu no ano de 1207, e naquele momento foi dada como esposa a Luís, príncipe da Turíngia, atual Alemanha. Desde os quatro anos viveu no castelo do futuro marido, onde foram educados juntos.
O jovem príncipe Luís amava verdadeiramente Isabel, que se tornava cada dia mais bonita, amável e modesta. Ambos eram católicos fervorosos. Luís admirava a noiva, amável nas palavras e atitudes, que vivia em orações e era generosa em caridade com pobres e doentes.
A mãe de Luís não gostava da devoção da sua futura nora, e tentou convencer o filho de desistir do casamento, alegando que Isabel seria uma rainha inadequada politicamente.…

Igreja Católica atende mais de 50 mil refugiados sírios na Jordânia

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ROMA, 09 Nov. 12 / 03:43 pm (ACI).- O diretor da Cáritas na Jordânia, Wael Suleiman, informou que o total de refugiados sírios em seu país já chegou à casa dos 250 mil. Dentre eles, 50 mil são atendidos pela instituição católica. Suleiman também agradeceu a presença do enviado do Papa na região, o Cardeal Robert Sarah.
Em declarações à agência vaticana Fides, Suleiman explica que se o conflito na Síria não tiver um solução  por volta de abril de 2013 a cifra de refugiados poderia duplicar.
O último relatório elaborado pela Cáritas da Jordânia confirma que diariamente cerca de 500 sírios cruzam a fronteira com o Reino Hachemita fugindo do sangrento conflito entre rebeldes e forças armadas do governo de Bashar al-Assad. A média das chegadas mensais à Jordânia ultimamente já chega a cifras de 12 a 15 mil prófugos. 75 por cento dos acolhidos nos acampamentos e centros de assistência são mulheres e crianças.
No maior campo de refugiados, o de Zaatari, a situação é insustentável. Ali, em …

São Josafá, bispo e mártir

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Antífona da entrada:Este santo lutou até a morte pela lei de seu Deus e não temeu as ameaças dos ímpios, pois se apoiava numa rocha inabalável.
Tudo na vida de João Kuncewics aconteceu cedo e rápido. Nascido de família cristã ortodoxa da Ucrânia, em 1580, estudou filosofia e teologia. Aos vinte anos, tornou-se monge na Ordem de São Basílio, recebendo o nome de Josafá. Em pouco tempo, era nomeado superior do convento e, logo depois, arquimandrita de Polotsk. Com apenas trinta e sete anos, assumiu, embora a contragosto, o arcebispado de Polotsk.
Dizem os escritos antigos que a brilhante carreira era plenamente justificada pelos seus dotes intelectuais e, principalmente, pelo exemplo de suas virtudes, obediência total à disciplina monástica e à prática da caridade.
Exemplo disso foi quando, certa vez, sem ter como ajudar uma viúva que passava necessidades, penhorou o pálio de bispo para conseguir dinheiro e socorrê-la.
Vivia-se a época do cisma provocado pelas igrejas do Oriente e Jos…

Se os evangelizadores não forem santos fica difícil ajudar os outros (Parte 2)

Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, explica de forma concreta o texto da mensagem final do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização
Maria Emília Marega

ROMA, terça-feira, 06 de novembro de 2012(ZENIT.org) – Apresentamos a segunda parte da entrevista com Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, que participou da comissão responsável por redigir o texto da mensagem final da XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã.
Novos métodos para uma Nova Evangelização... Dom Sérgio: Quando se pensa em Nova Evangelização logo se pensa em métodos, isto é verdade, conforme a conhecida frase de João Paulo II. Mas precisamos ter atenção, pois esta diz: novo ardor e novos métodos, primeiro novo ardor e depois novos métodos. É impossível ter este ardor sem a experiência do Encontro e sem a vivencia da Palavra. A pessoa tem que acolher o Evangelho como vida nova para ela, e depois fazer isto com os irmãos. O encontro pessoal…

Se os evangelizadores não forem santos fica difícil ajudar os outros (Parte 1)

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Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, explica de forma concreta o texto da mensagem final do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização
Maria Emília Marega
ROMA, segunda-feira, 05 de novembro de 2012(ZENIT.org) – A Mensagem final da XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã reflete uma Igreja Viva, pronta para enfrentar os desafios e problemas do nosso tempo. Para aprofundar a mensagem de forma concreta ZENIT conversou com Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, que participou da comissão responsável por redigir o texto.
O senhor foi convocado pelo Papa para compor a comissão responsável por redigir a mensagem final do Sínodo dos Bispos. Como foi? Dom Sérgio: Para mim foi uma surpresa! Eu na verdade não tinha sido comunicado diretamente, foi em plenário que eu fiquei sabendo da nomeação. Eram 12 bispos representando os 5 continentes; da América, o cardeal de New York e eu, podemos dizer, representando a Amé…

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

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Antífona da Entrada: Exultemos de alegria no Senhor, celebrando este dia de festa em honra de Todos os Santos. Nesta solenidade alegram-se os Anjos e cantam louvores ao Filho de Deus.
Leituras: Ap 7,2-4.9-14; Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6(R/. cf. 6); 1Jo 3,1-3; Mt 5,1-12a
“Festejamos a cidade do céu, a Jerusalém do alto, nossa mãe, onde nossos irmãos, os santos, vos cercam e cantam eternamente o vosso louvor. Para esta cidade caminhamos pressurosos, peregrinando na penumbra da fé” (Prefácio da Missa de todos os Santos). Neste final de semana, olhamos para cima, buscando as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita do Pai (cf. Cl 3,1), pois Deus, que nos fez para a comunhão com Ele na eternidade, não pensou para nós o nivelamento no pecado, na maldade, na corrupção. Fomos feitos para a perfeição, para a santidade. Ser santos é nossa vocação, partindo da santidade que é dom recebido no Batismo (1 Jo 3,1-3), para percorrer os passos da santidade moral, dever de todo cristão.
O reconhec…