Rádio

segunda-feira, 22 de março de 2010

Loco Cuerdo

En un hospital psiquiátrico se están realizando reformas, y los internados colaboran en la construcción. Uno de ellos pasa arrastando una carretilla boca abajo.
-¡Eh! - exclama un albañil - ¿Por qué lleva la carretilla así?
-Mire... antes la levaba dada vuelta, pero ¡todos insistían en llenármela de ladrillos!

El acomodador

Entra una viejita a un teatro cuando ya había comenzado la película. La viejita no podía ver nada por la oscuridad.
En esas llegó el acomodador con una linterna y se le acercó a la viejita. Ella al ver la luz de la linterna se agarró a correr por todo el teatro y el acomodador detrás de ella con la linterna. Después de dar tres vueltas por el teatro la viejita toda asustada se le tiró encima a un caballero que estaba sentado cómodamente viendo la película. El tipo se assustó y le gritó:
-Vea señora, respete, ¿cómo se le ocurre tirarse encima de mí en esa forma?
Y la viejita todavía fatigada y espantada le contesta:
-Y qué quería entonces, ¿qué me atropellara esa moto, o qué?

quinta-feira, 18 de março de 2010

19/03 - São José, patrono da Igreja


O Papa Pio IX, no dia 8 de dezembro de 1870, declarou o glorioso São José, Padroeiro da Igreja Católica. Este mesmo Papa, em 08/12/1854, já tinha proclamado solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

Através de Decreto da Congregação dos Sagrados Ritos, o Papa atendeu à solicitação do episcopado do mundo todo, que estava então reunido no Concílio Vaticano I ( 08/12/1869 a 20/10/1870), os quais rogaram ao Santo Padre que se dignasse constituir São José Padroeiro da Igreja Católica.

Assim se expressou a Sagrada Congregação dos Ritos:
“Assim como Deus constituira o antigo José, filho do antigo patriarca Jacó, para presidir em toda a terra do Egito, a fim de conservar o trigo para os povos; assim, chegada a plenitude dos tempos, estando para enviar à terra o seu Unigênito Filho para redenção do mundo, escolheu outro José, de quem o primeiro era figura; constituiu-o Senhor e Príncipe de sua casa e de sua possessão, e elegeu-o custódio de seus principais tesouros.

José teve, de fato, por esposa a Imaculada Virgem Maria, da qual por virtude do Espírito Santo, nasceu Nosso Senhor Jesus Cristo, que, junto aos homens, se dignou ser julgado filho de José, e lhe foi submisso. E José, não só viu Aquele que tantos reis e profetas desejaram ver, mas conversou com Ele, estreitou-O ao peito com paternal afeto, beijou-O; e, além disso, com extremoso cuidado, alimentou Aquele que devia ser nutrição espiritual e alimento de vida eterna para o povo fiel.

Por esta excelsa dignidade, concedida por Deus a seu fidelíssimo Servo, a Igreja, após a Virgem Santíssima, sua Esposa, teve sempre em grande honra e cumulou de louvores o Beatíssimo José, e nas angústias lhe implorou a intercessão. Ora, estando a Igreja, nestes tristíssimos tempos, perseguida em toda parte por inimigos e opressa por tão graves calamidades, a ponto de julgarem os ímpios que as portas do abismo prevaleceram contra Ela, os Bispos de todo o mundo católico, em seu nome e no dos fiéis confiados a seus cuidados, rogaram ao Sumo Pontífice que se dignasse constituir São José Padroeiro da Igreja Católica.

Tendo pois eles, no Sagrado Concílio Ecumênico Vaticano I, renovado com maior insistência os mesmos pedidos e desejos, o Santo Padre Pio IX, comovido com a presente e lutuosa condição dos tempos, querendo de modo especial colocar-se a si mesmo e aos fiéis sob o poderosíssimo Patrocínio do Santo Patriarca José e satisfazer os desejos dos Bispos, declarou-o solenemente Padroeiro da Igreja Católica.

Elevou a sua festa, que caí a 19 de março a rito duplo de primeira classe. E, além disso ordenou que esta declaração, feita com o presente decreto da Sagrada Congregação dos Ritos, fosse publicado no dia consagrado à Imaculada Virgem Mãe de Deus, Esposa do castíssimo José”.

Eram, como sempre, tempos difíceis para a Igreja. O Papa convocara o Concílio Vaticano I para enfrentar o brado da Revolução Francesa (1789) contra a fé, no endeusamento da razão e do nacionalismo. O século XIX começou marcado pelo materialismo racionalista e pelo ateísmo, fora da Igreja; dentro dela as tendências conciliaristas e de separatismo, que enfraqueciam a autoridade do Papa e a unidade da Igreja. Mais uma vez a Barca de Pedro era ameaçada pelas ondas do século. Então a Igreja recomendou-se ao “Pai” terreno do Senhor. Aquele que cuidara tão bem da Cabeça da Igreja, ainda Menino, cuidaria também de todo o seu Corpo Místico.
Trinta anos depois, o Papa Leão XIII, no dia 15/8/1899, assinava a Encíclica “Quanquam Pluries” sobre São José, nos tempos difíceis da virada do século.

Ouçamos o Papa:
“Nos tempos calamitosos, especialmente quando o poder das trevas parece tudo usar em prejuízo da cristandade, a Igreja costuma sempre invocar súplice a Deus, autor e vingador seu, com maior fervor e perseverança, interpondo também a mediação do Santo, em cujo patrocínio mais confia para encontrar socorro, entre os quais se acha em primeiro lugar a Augusta Virgem Mãe de Deus”.

“Ora, bem sabeis Veneráveis Irmãos que os tempos presentes não são menos desastrosos do que tantos outros, e tristíssimos, atravessados pela cristandade. De fato, vemos perecer em muitos o princípio de todas as virtudes cristãs, de fé, extinguir-se a caridade, depravar-se nas idéias e costumes a nova geração, perfeitamente hostilizar-se por toda a parte a Igreja de Jesus Cristo, atacar-se atrozmente o Pontificado, e com audácia cada vez mais imprudente arrancarem - se os próprios fundamentos da religião”.

“Nós propomos… para tornar Deus mais favorável às nossas preces e para que Ele, recebendo as súplicas de mais intercessores, dê mais pronto e amplo socorro à sua Igreja, julgamos sumamente conveniente que o povo cristão se habitue a invocar com singular devoção e confiança, juntamente com a Virgem Mãe de Deus, o seu castíssimo esposo São José: temos motivos particulares para crer que seja isto aceito e agradável à própria Virgem. E, a respeito desse assunto, do qual pela primeira vez tratamos em público, bem conhecemos que a piedade do povo cristão não só é favorável, mas tem progredido também por iniciativa própria; pois vemos já gradativamente promovido e estendido o culto de São José por zelo dos Romanos Pontífices, nas épocas anteriores, universalmente aumentado e com indubitável incremento nestes últimos tempos, em especial depois que Pio IX, nosso antecessor de feliz memória, declarou às súplicas de muitos bispos, Padroeiro da Igreja Católica o Santíssimo Patriarca. Não obstante, por ser muito necessário que seu culto lance raízes nas instituições católicas e nos costumes, queremos que o povo cristão receba, antes de tudo, de nossa voz e autoridade novo estímulo”.

Vemos assim que, nas horas mais difíceis de sua caminhada a Igreja sempre recorre à Sua Mãe Santíssima, que nunca a desamparou; e, em seguida ao seu esposo castíssimo São José.
E Leão XIII explica as razões da grandeza de São José por “ser ele esposo de Maria e pai adotivo de Jesus”.



Prof. Felipe Aquino

Oração a São José

“A vós, São José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos o vosso patrocínio.
Por esse laço sagrado de caridade, que os uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus conquistou com seu sangue,e nos socorrais em nossas necessidades com o vosso auxílio e poder.
Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo.
Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício.
Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; assim como outrora salvastes da morte a vida do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade.
Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, a vosso exemplo, e sustentados com vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança.
Assim seja.

terça-feira, 16 de março de 2010

Animais no Altar (159)

É comum os autores gregos compararem a borboleta, que deixa multicolorida e feliz o casulo, com a alma que se desembaraça do corpo. Os cristãos assumiram esse símbolo, que acena, de algum modo, a superioridade da alma ao corpo. Favorece o símbolo o fato de o casulopermanecer e a borboleta voar pelos espaços afora. Assim o corpo permanece na terra, a alma voa ao céu. Encontra-se até nalguns autores a expressão "almas voadoras" para indicar a borboleta. No grande mosaico da criação, na Basílica de São Marcos, em Veneza, do século XIII, para significar a entrega da alma viva a Adão, o artista fez sair da boca de Deus um sopro em forma de menina, com asas de borboletas. Os grandes artistas jogam muito com os símbolos.

Frei Clarêncio Neoti, OFM

segunda-feira, 15 de março de 2010

Forma de vida

"A regra e a vida dos franciscanos seculares é esta:
observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o exemplo de São
Francisco de Assis que fez do Cristo o inspirador e o centro de sua vida com
Deus e com os homens. Cristo, dom do Amor do Pai, é o caminho para Ele, a
verdade para a qual o Espírito Santo nos introduz, é a vida que Ele veio dar em superabundância.
Os franciscanos seculares se empenham, sobretudo, na
leitura assídua do Evangelho, passando do Evangelho à vida e da vida ao Evangelho."
(ROFS 4)

Sou consagrado à Santidade!

É preciso sair de cima do muro e tomar a decisão do caminho a ser seguido. Não adianta viver de faz de conta. Dessa forma não se vai a lugar algum! A vida é muito breve. Fui criado por Deus para ser feliz e se tenho encontrado a felicidade, melhor é que eu me entregue todo a ela! Caminhar sempre com o olhar fixo em Jesus Cristo, Meta, Caminho e Fim de minha vida! O Senhor tem me seduzido e eu não vou mais resistir. Vou me deixar seduzir pelo Senhor! Meu Eterno Amor.

Suspeita de dengue

Acorda em desespero, em dor. Não consegue mover sua perna sem que se sinta uma dor insuportável. A sensação é das piores, parece que os ossos da região da virilha direita estão todos sendo triturados. Mas bela maneira de acordar em pleno domingo! A cada minuto que passa cresce mais e mais a dor. Que fazer nesse desespero todo? Mesmo com a dor levanta-se, vai ao banheiro, toma seu café e... chora, chora! Melhor é deitar e ficar imóvel na cama. De que forma isso se em qualquer posição que deite sentirá dor? Jesus Cristo passou por dores muito piores quando foi entregue aos soldados. Bom é não reclamar e assumir a cruz. As horas passam mas a dor não. No fim de tarde chega o irmão mais velho e o outro pede que o leve para o pronto-socorro. Chora, chora, vai perder a perna e não será mais perfeito. Não vai mais andar como antes, sem a ajuda de ninguém. Espera, toma chá de cadeira, não há médico que lhe possa atender! Mas que sorte!!! Chora mais, pensa na cruz, olha Jesus... Calma, paciência é sua maior virtude, faz uso dela! Enfim, chega o médico e o chama. Dor fortíssima na virílha direita. Parece que os ossos estão sendo triturados! É dengue? Pode ser. Está gripado, tem dor de garganta? Não, só a dor na virílha. Vai lá, toma um anti-inflamatório, um anti-térmico e faz um hemograma. Obrigado doutor! Chega na enfermaria, mais gente esperando, novo chá de cadeira. Toma as injeções, faz a coleta de sangue e espera pelo resultado. Plaquetas, baixas, muito baixas! E agora, doutor? Toma paracetamol, bebe muita água pois deve ser dengue. Volte daqui dois dias para nova coleta de sangue para contagem de plaquetas. E lá vai, com o irmão de volta para casa. Descansa, dorme pois já é tarde e amanhã terá de ir trabalhar. E assim faz. Mesmo estando meio mole, fraco mas sem a dor na virilha, vai garantir seu pão de cada dia. Passa o dia, chega outro. Veio a febre acima de quarenta graus, forte dor de cabeça. Como se isso não bastasse, os olhos também latejam de dor. Muita ânsia, maldita diarreia! Volta ao médico, faz novo exame de sangue, plaquetas ainda baixas. Volte na sexta para coleta de sangue para sorologia. E bebe bastante, mas bastante líquido mesmo. Quem diria! Trabalha combatendo justamente a doença que contraiu! Ironia do destino... Os dias passam, se sente melhor, com exceção do cansaço e da moleza que sente, mas é só. O pior já passou! Faz a coleta de sangue para sorologia e agora é esperar, esperar e esperar. Eh angústia!

terça-feira, 9 de março de 2010

Animais no Altar (158)

Na cultura japonesa, duas borboletas juntas simbolizam a felicidade conjugal. Na cultura grega a borboleta significava a alma, tanto que a língua grega tem uma palavra só para designar a alma e a borboleta: Psique. Há um desenho grego que a Igreja adotou para ornar as sepulturas. Os gregos pintavam Eros (o amor) com duas asas de pomba, perseguindo a borboleta (Psique). O desenho cristianizado significa Cristo, amor eterno, atrás das almas. Só numa "sala" das Catacumbas de Domitila há três desses desenhos. Nas catacumbas de São Pedro e São Marcelino, Eros está nu e Psique vestida estão se trocando apaixonadas carícias. Outras vezes, ambos estão vestidos, Eros com asas de pomba e Psique com asas de borboleta.
Frei Clarêncio Neotti, OFM

terça-feira, 2 de março de 2010

Fidelidade Criativa

Quando lhe dizem que você não pode fazer algo...
Dê uma olhada em volta...
Considere todas as opções...
Então vá em frente!
Use todos os recursos que você tem!
Seja criativo!
No fim, você terá sucesso e provará que estavam errados!
Lembre-se sempre: Nada é impossível, quando você deseja de coração!
Não fale sobre o tamanho dos seus problemas, fale sobre o tamanho de sua determinação para resolvê-los...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Contemplando a Cruz de Jesus

A cruz! A Tua cruz, Senhor é maior do
que a minha! Quero a Tua cruz, óh amado Jesus, a Tua cruz!!!