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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Coragem!

Não temas, porque eu estou sempre contigo e minha presença não te faltará jamais.
Não temas, porque eu te resgatei e obtive o perdão de todas as tuas faltas.
Não temas, porque dei a minha vida por ti, e sofri tanto pela tua felicidade.
Não temas, porque não me canso jamais de te amar.
Não temas, porque por ocasião de tuas fraquezas eu te chamo a maior generosidade.
Não temas, porque eu te criei para a felicidade, e te salvei para a eternidade.
Não temas, porque me pertences e ninguém te arrancará de minhas mãos.
Não temas, porque nos perigos eu estou lá para te proteger.
Não temas, porque disponho as provações em vista de uma alegria maior.
Não temas, porque já começastes a possuir-me e me possuirás sem fim.

Martírio de São João Batista

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A festa da natividade de são João Batista ocorre no dia 24 de junho. Ela faz parte da tradição dos cristãos como esta que celebramos hoje, do martírio de são João Batista. No calendário litúrgico da Igreja, esta comemoração iniciou na França, no século V, sendo introduzida em Roma no século seguinte. A origem da comemoração foi a construção de uma igreja em Sebaste, na Samaria, sobre o local indicado como o do túmulo de são João Batista. 
João era primo de Jesus e foi quem melhor soube levar ao povo a palavra do Mestre. Jesus dedicou-lhe uma grande simpatia e respeito, como está escrito no evangelho de são Lucas: "Na verdade vos digo, dentre os nascidos de mulher, nenhum foi maior que João Batista". João Batista foi o precursor do Messias. Foi ele que batizou Jesus no rio Jordão e preparou-lhe o caminho para a pregação entre o povo. Não teve medo e denunciou o adultério do rei Herodes Antipas, que vivia na imoralidade com sua cunhada Herodíades. 
A ousadia do profeta despertou…

22º DOMINGO DO TEMPO COMUM

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Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir Leituras: Js 20, 7-9; Rm 12, 1-2; Mt 16, 21-27

O profeta Jeremias é o grande protagonista da primeira leitura e o guia que nos introduz no evangelho deste domingo. A tradição cristã vislumbrou, na sua vicissitude histórica e interior, uma profecia, e quase uma antecipação da sorte de Jesus, na sua missão de messias e servo sofredor, chamado pelo Pai a ser instrumento de salvação, não somente para o povo de Israel, mas para todos os povos e nações. Pressuposto desta inteligência espiritual do mistério de Cristo é a convicção de fé que o único desígnio de salvação de Deus foi manifestado gradualmente no AT e realizado plenamente em Jesus, na sua missão, morte e ressurreição. Jesus faz a unidade dos dois testamentos. A Liturgia da Palavra de hoje pressupõe esta visão de fé. Faz-nos viver de perto um dos momentos mais dramáticos da vicissitude do profeta e daquela de Jesus. Descobrimos entre os dois protagonistas afinidades assustadoras e diferenças p…

Santa Mônica

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Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer. 
Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele pr…

SÃO BARTOLOMEU, APÓSTOLO

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Bartolomeu, também chamado Natanael, foi um dos doze primeiros apóstolos de Jesus. É assim descrito nos evangelhos de João, Mateus, Marcos e Lucas, e também nos Atos dos Apóstolos.
Bartolomeu nasceu em Caná, na Galiléia, uma pequena aldeia a quatorze quilômetros de Nazaré. Era filho do agricultor Tholmai. No Evangelho, ele também é chamado de Natanael. Em hebraico, a palavra "bar" que dizer "filho" e "tholmai" significa "agricultor". Por isso os historiadores são unânimes em afirmar que Bartolomeu-Natanael trata-se de uma só pessoa. Seu melhor amigo era Filipe e ambos eram viajantes. Foi o apóstolo Filipe que o apresentou ao Messias.
Até esse seu primeiro encontro com Jesus, Bartolomeu era cético e, às vezes, irônico com relação às coisas de Deus. Porém, depois de convertido, tornou-se um dos apóstolos mais ativos e presentes na vida pública de Jesus. Mas a melhor descrição que temos de Bartolomeu foi feita pelo próprio Mestre: "Aqui está um …

SANTA ROSA DE LIMA, VIRGEM, Padroeira da América Latina

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Isabel Flores y de Oliva nasceu na cidade de Lima, capital do Peru, no dia 20 de abril de 1586. A décima dos treze filhos de Gaspar Flores e Maria de Oliva. À medida que crescia com o rosto rosado e belo, recebeu dos familiares o apelido de Rosa, como ficou conhecida. Seus pais eram ricos espanhóis que se haviam mudado para a próspera colônia do Peru, mas os negócios declinaram e eles ficaram na miséria.

Ainda criança, Rosa teve grande inclinação à oração e à meditação, sendo dotada de dons especiais de profecia. Já adolescente, enquanto rezava diante da imagem da Virgem Maria, decidiu entregar sua vida somente a Cristo. Apesar dos apelos da família, que contava com sua ajuda para o sustento, ela ingressou na Ordem Terceira Dominicana, tomando como exemplo de vida santa Catarina de Sena. Dedicou-se, então, ao jejum, às severas penitências e à oração contemplativa, aumentando seus dons de profecia e prodígios. E, para perder a vaidade, cortou os cabelos e engrossou as mãos, trabalhando…

Vocação e felicidade

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No diálogo Sobre a velhice, de Cícero, maior orador romano, encontra-se este pensamento muito apropriado para quem deseja refletir sobre sua vocação cristã e humana neste mês vocacional: "Vivi de tal forma, que sinto não ter nascido em vão".
Todo ser humano desembarca neste mundo vocacionado a ser humano. Essa é a vocação primeira e fundamental da existência humana. Os caminhos que lhe são propostos, no decurso de sua trajetória, devem conduzi-lo a tal meta. E muitos são os atalhos que ele encontra, cuja escolha depende do seu perfil pessoal e do meio onde se encontra. À medida que seleciona o certo e o percorre, cresce interiormente e integra-se melhor na sua comunidade mediante o serviço e o testemunho. E assim, de opção em opção, concretiza sua missão sobrenatural e histórica, que, conforme a antropologia cristã, faz parte do projeto divino da criação. Quando isso acontece, a pessoa realiza sua vocação e pode fazer suas as palavras de Cícero, porque está vivendo de "t…

Mês Vocacional 2011 reflete o "Anúncio da Palavra de Deus que gera vida"

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Com o tema “Anunciar a Palavra que gera a vida” e o lema “Eu vim para que todos tenham vida”, a Igreja no Brasil celebra neste em agosto, o mês vocacional 2011. Durante o período a Igreja intensifica o trabalho vocacional nas Igrejas particulares, Congregações Religiosas, Institutos Seculares e Novas Comunidades. Realizado desde 1983, o mês vocacional tem 28 anos em sintonia com a caminhada da Igreja no Brasil. De acordo com o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, padre Deusmar Jesus da Silva, “a Pastoral Vocacional tem procurado estimular o serviço às vocações, realizando Congressos Vocacionais em âmbito nacional”. A prova disso é que de 1999 até o ano passado, já foram realizados três Congressos Vocacionais. O primeiro refletiu o tema “Vocações e Ministérios para o Novo Milênio”. Em 2003, o 2º Congresso foi realizado tendo como tema “Igreja, povo de Deus a serviço da vida”. E o terceiro, “Discípulos Missionários a serviço da…

Nossa Senhora Rainha

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"O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus". Disse, então, Maria: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" Lc. 1,37-38.

Ainda Lucas, nos Atos dos apóstolos, coloca Maria no meio dos apóstolos, recolhida com eles em oração. Ela constitui o vínculo que mantém unidos ao Ressuscitado aqueles homens ainda não robustecidos pelos dons do Espírito Santo. Pois a sua extraordinária humildade e fé total na palavra do anjo, que fez descer sobre a Terra um Deus ainda mais humilde do que ela. E, através de suas virginais virtudes e pureza de coração, Maria ficou ainda mais próxima de seu Filho.

Maria é Rainha, porque é a Mãe de Jesus Cristo, o Rei. Ela é Rainha porque supera todas as criaturas em santidade. "Ela encerra em si toda a bondade das criaturas", diz Dante na Divina Comédia.

Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim…

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA, SOLENIDADE

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Uma mulher vestida de sol Leituras: Ap 11, 19a; 12, 1.3a.10 - 1 Cor 15, 20-27a – Lc 1, 39-56 “Hoje a virgem Maria, mãe de Deus, foi elevada à gloria do céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho....” (Prefácio da Festa).
Em breves e sublimes palavras, a liturgia nos oferece o cerne do mistério que a Igreja contempla e celebra hoje na Solenidade de Nossa Senhora Assunta ao céu. Ela canta a intrínseca e inseparável relação da Virgem Maria com Cristo, morto e ressuscitado e, ao mesmo tempo, com o povo de Deus peregrino na história, e que de Cristo é o corpo vivo. Este povo peregrino fica caminhando na esperança rumo à vinda gloriosa do mesmo Cristo, consolado e fortalecido nas suas tribulações pelo exemplo e a intercessão da Bem-Aventurada Virgem. Ao celebrarmos o mistério da Ressurreição e Ascensão de Jesus Cristo junto ao Pai, já realizado plenamente em Maria, Mãe de Deus e mãe nossa, junto com a Igreja vislumbramos nela a met…

São Bernardo de Claraval, abade e doutor da Igreja

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Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e de sua esposa Alícia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde tenra idade, demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava a atenção pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.

Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Na ocasião, todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convencê-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos, primos e vários amigos. Ao todo, trinta pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo, e ingressaram no Mosteiro da Ordem de Cister, recém-fundada.

A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande magnitude que ele…

Carta de São Francisco aos Dirigentes dos Povos (CtDir)

"Assis - Itália, setembro de 1221
A todas as potestades e cônsules, juízes e dirigentes de toda a Terra e a todos quantos chegar esta carta, Frei Francisco, vosso servo pequenino e desprezível no Senhor Deus, deseja saúde e paz.
Considerai e vede que o dia da morte se aproxima. Rogo-vos, pois, com reverência, como posso, por causa dos cuidados e solicitudes que tendes deste mundo, não esqueçais o Senhor, porque todos aqueles que O esqueceram e se afastam de seus mandamentos são malditos e por Ele são entregues ao esquecimento. E quando chegar o dia da morte, todas as coisas que julgavam ter, ser-lhes-ão tiradas. E quanto mais sábios e poderosos forem neste mundo, tanto maiores tormentos suportarão no inferno. Por isso, aconselho-vos firmemente, meus senhores, que preterido todo o cuidado e solicitude, recebais benignamente o santíssimo corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo na sua santa memória. Prestai tanta honra ao Senhor, no meio do povo a vós confiado, que toda a tarde, s…

20º Domingo do Tempo Comum

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Mulher, grande é a tua fé! Leituras: Is. 56, 1.6-7; Rm 11, 13-15;.29-32; Mt 15, 21-28 “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde este momento sua filha ficou curada. (Mt 15,28).  Eis que por fim, esta mãe sofrida pela sorte da filha, esta mulher estrangeira e pagã, estranha ao povo de Israel, à sua dignidade de povo de Deus e à sua religiosidade, elementos que constituem a identidade e o orgulho dos judeus diante dos outros povos, com sua fé confiante e perseverante, conduz Jesus a superar toda discriminação das pessoas diante da aliança do Senhor, na base da raça, do sexo e da religião. A cura imediata da filha é a prova visível da potência da fé dos simples de coração e da salvação que vem de Jesus. Assim como, ao contrário, por falta de fé dos seus concidadãos, Jesus tinha experimentado a impossibilidade de realizar algum milagre e cura em Nazaré (Mc 6,5-6).  Com a presença de Jesus, a fé nele constitui a única condição e a verdadeira maneira de participar na heranç…

Santa Clara de Assis, virgem

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Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica, onde possuía de tudo. Porém o que a menina mais queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis. Aliás, foi Clara a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal franciscano. Sua família, entretanto, era contrária à sua resolução de seguir a vida religiosa, mas nada a demoveu do seu propósito.

No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Depois disso, Clara, a conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.

Pouco temp…

São Lourenço, diácono e mártir

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No ano 257, o imperador romano Valeriano ordenou uma perseguição contra os cristãos. No início, parecia mais branda do que a imposta por Décio. Ela tinha mais uma conotação repressora, porque proibia as reuniões dos cristãos, fechava os acessos às catacumbas, exilava os bispos e exigia respeito aos ritos pagãos. Mas não obrigava a renegar a fé publicamente. Entretanto, no ano seguinte, Valeriano ordenou que os bispos e padres fossem todos mortos.

Lourenço, na ocasião, era o arcediácono, do papa Xisto II, isto é, o primeiro dos sete diáconos a serviço da Igreja de Roma. Dados de sua vida, anterior a esse período, nunca foram encontrados. Porém devia ter uma boa formação acadêmica, pois seu cargo era de muita responsabilidade e importância. Depois do papa, era Lourenço o responsável pela Igreja. Iss quer dizer que ele era o assistente do papa nas celebrações e na distribuição da eucaristia. Mas, além disso, era o único administrador dos bens da Igreja, cuidando das construções dos cemit…

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

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Edith Stein nasceu na cidade de Breslau, Alemanha, no dia 12 de outubro de 1891, em uma próspera família de judeus. Aos dois anos, ficou órfã do pai. A mãe e os irmãos mantiveram a situação financeira estável e a educaram dentro da religião judaica.
Desde menina, Edith era brilhante nos estudos e mostrou forte determinação, caráter inabalável e muita obstinação. Na adolescência, viveu uma crise: abandonou a escola, as práticas religiosas e a crença consciente em Deus. Depois, terminou os estudos com graduação máxima, recebendo o título de doutora em fenomenologia, em 1916. A Alemanha só concedeu esse título a doze mulheres na última metade do século XX.
Em 1921, ela leu a autobiografia de santa Teresa d´Ávila. Tocada pela luz da fé, converteu-se e foi batizada em 1922. Mas a mãe e os irmãos nunca compreenderam ou aceitaram sua adesão ao catolicismo. A exceção foi sua irmã Rosa, que se converteu e foi batizada no seio da Igreja, após a morte da mãe, em 1936.
Edith Stein começou a serv…

19º Domingo do Tempo Comum

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“Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo!” Leituras: 1 Rs 19,9a.11-13; Rm 9,1-5; Mt 14, 22-33 “Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma leve brisa. Ouvindo isso, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da gruta” ( 1 Rs 19,13a). “Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. Os que estavam no barco prostraram-se diante dele, dizendo: Verdadeiramente, tu és o filho de Deus” (Mt 14,33).  Duas cenas de calma e serenidade quase paradisíacas, que acabam de concluir a atribulada travessia do deserto por parte do profeta Elias, e a longa noite dos discípulos, cheia de angústia ao lutar contra as ondas do lago agitadas pela tempestade. Apesar desse quadro, os protagonistas das duas histórias estão gozando tranqüilidade e paz profunda: dom surpreendente que acompanha o inesperado e íntimo encontro com o Senhor, que até pouco antes parecia estar ausente, surdo e mudo perante os seus gritos de medo e de ajuda.  Por um lado as cenas marcam o cume da condescendência de Deus para com o s…