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Mostrando postagens de Abril, 2009

Ao Amado

Leva-me contigo,
corremos atrás do odor de teus perfumes,
Esposo celeste!
Correrei e não desfalecerei
até me introduzires na adega,
até que a tua esquerda esteja
debaixo de minha cabeça
e a direita me abrace com felicidade
e me beijes com o ditoso beijo de tua boca.

O amargo que se torna doce

Imagem
"Assim pois, quando ainda no hábito secular, nutria um ânimo religioso; e, procurando mais os lugares solitários que os públicos, era frequentemente exortado pela visita do Espírito Santo. Aquela doçura originária o atraía e o arrebatava de modo tão transbordante que desde o início nunca mais o abandonou durante toda a vida. Mas quando frequentava lugares escondidos, por serem mais convenientes para as orações, o demônio tentava afastá-lo violentamente dessas iniciativas com sua astúcia maligna. Incutiu-lhe no coração a imagem de uma mulher monstruosamente corcunda, que morava em sua cidade e que para todos apresentava um aspecto horroroso. Ameaçava-o torná-lo igual a ela se não desistisse daquelas iniciativas. Mas, confortado pelo Senhor, teve a alegria de uma resposta de salvação e de graça: 'Ó Francisco', disse-lhe Deus em espírito, 'agora que já estás transformado pela apreciação das coisas espirituais no lugar das carnais e vãs, se quiseres me conhecer prefere as…

Christus ressurrexit! Alelluia

Desdobra-se no céu
a rutilante aurora.
Alegre, exulta o mundo;
gemendo, o inferno chora.

Pois eis que o Rei, descido
à região da morte,
àqueles que o esperavam
conduz à nova sorte.

Por sob a pedra posto,
por guardas vigiado,
sepulta a própria morte
Jesus ressuscitado.

Da região da morte
cesse o clamor ingente:
"Ressuscitou!" exclama
o Anjo refulgente.

Jesus, perene Páscoa,
a todos alegrai-nos.
Nascidos para a vida,
da morte libertai-nos.

Louvor ao que da morte
ressuscitado vem,
ao Pai e ao Paráclito
eternamente. Amém

Povo meu, que te fiz eu?

1. Povo meu, que te fiz eu? Dize: em que te contristei? Por que à morte me entregaste? Em que foi que eu te faltei? 2. Eu te fiz sair do Egito, Com maná te alimentei. Preparei-te bela terra: Tu, a cruz para o teu Rei! Deus santo, Deus forte, Deus imortal, Tende piedade de nós! 3. Bela vinha eu te plantara, Tu plantaste a lança em mim; Águas doces eu te dava, Foste amargo até o fim!
4. Flagelei por ti o Egito, Primogênitos matei; Tu, porém, me flagelaste, Entregaste o próprio Rei! 5. Eu te abri o mar Vermelho, Tu me abriste o coração; A Pilatos me levaste, Eu te levei pela mão. 6. Só na cruz tu me exaltaste, Quando em tudo te exaltei; Que mais podia eu ter feito? Em que foi que eu te faltei?