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terça-feira, 26 de julho de 2011

Dia nacional dos avós


“(…) Num mundo apressado, com amnésia generalizada sobre o seu passado, angustiada quanto ao futuro e à deriva na atualidade, os Avós são, ou devem ser, como que bússolas que apontam rumos, ou âncoras de estabilidade, na discrição que se impõe na sua atuação junto dos filhos e dos netos.
Os Avós, como elos de uma longa cadeia de gerações que é cada Família, são figuras importantíssimas e a quem a sociedade deve respeitar e amar.
Não sendo nem devendo ser “pais duas vezes”, os Avós são não raras vezes referências estruturantes no seio da Família, sobretudo quando a saúde, a disponibilidade e a proximidade proporcionam o contato com os netos. Esta relação, quando efetiva e carregada de afeto, pode favorecer um desenvolvimento equilibrado de cada criança. A falta dos Avós no processo do crescimento das novas gerações é, sem dúvida, um fator de empobrecimento cultural, social e espiritual. (…)
Por isso, faz sentido celebrarmos os Avós e, com o crescente aumento de esperança de vida, talvez começarmos a pensar nos Bisavós que são cada vez mais e a quem nem sempre se dá a devida atenção já que, não raras vezes, vivem já com severas limitações, mas carecendo sempre de ser amados.
Neste Dia Nacional dos Avós, não deixaremos de recordar os que já partiram. Eles também não devem ser esquecidos!
O Papa Bento XVI reconheceu que os avós «podem ser -e são tantas vezes- os responsáveis pelo afeto e ternura que todo ser humano necessita dar e receber».
«Eles dão aos pequenos a perspectiva do tempo, são memória e riqueza das famílias», seguiu dizendo.
«Deus permita que, sob nenhum pretexto, sejam excluídos do círculo familiar», disse o pontífice.
«São um tesouro que não podemos arrebatar das novas gerações, sobretudo quando dão testemunho de fé diante da proximidade da morte», ressaltou.

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